Navegação por Autores IPEN "ZACARIAS, ENIO A."

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  • IPEN-DOC 26095

    ZACARIAS, ENIO A. ; GOMES, ALISSANDRA de M. ; JESUS, GUSTAVO P.P. de ; YOSIDAKI, VANESSA de L. ; BARTOLINI, PAOLO ; PERONI, CIBELE N. . Efficiency comparison between vectors containing the genomic or complementary DNA sequences of human growth hormone in an animal model of gene therapy. Journal of Cell Science & Therapy, v. 10, p. 34-34, 2019. DOI: 10.4172/2157-7013-C2-053

    Abstract: Our group has been working with gene therapy models for growth hormone deficiency. We are using an in vivo approach in which expression vectors containing the growth hormone (GH) gene are administered in mice, followed by electrotransference. In previous studies, elevated levels of human GH (hGH) in mice serum (~20 ng/ mL) and high growth approximation to normal mice (catch-up growth) of ~70% for body weight and of ~80% for femur length were obtained, using a plasmid containing the genomic sequence (gDNA) of GH with the ubiquitin-C promoter. On the other hand, we had an indication that the complementary sequence (cDNA) may have an advantage over gDNA in gene therapy protocols. Our objective is to carry out a comparative study between vectors containing the hGH gDNA or cDNA sequences. First, the two vectors were analyzed for in vitro expression levels by transfecting HEK-293 cells. Expression levels reached 250+50 ng hGH/mL for gDNA and 20+9.4 ng hGH/mL for cDNA transfected cells. Although in vitro expression of cDNA-containing vector was lower than that containing gDNA, we believe the cDNA vector may have better expression in vivo, due to a possible better incorporation by the muscle cells in electrotransference. Then, bioassays will be performed administering these vectors into dwarf mice, via electrotransference in the muscle. This will verify the expression profile of GH in vivo, concerning levels and durability, as well as body weight, total body, tail and femur length, mouse insulin-like growth factor-1 levels and catch-up growth.

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  • IPEN-DOC 26093

    GOMES, ALISSANDRA de M. ; JESUS, GUSTAVO P.P. de ; ZACARIAS, ENIO A. ; YOSIDAKI, VANESSA L. ; HIGUTI, ELIZA; RANGEL, ERIKA B.; BARTOLINI, PAOLO ; PERONI, CIBELE N. . Electrotransference of the mouse growth hormone gene associated with the administration of mesenchymal stem cells, in a murine model of osteogenesis imperfecta. Journal of Cell Science & Therapy, v. 10, p. 35-35, 2019. DOI: 10.4172/2157-7013-C2-053

    Abstract: Osteogenesis imperfecta (OI) is an inherited connective tissue disease characterized by fragility, deformity and low bone density, as well as by other clinical manifestations. Type I OI is the mildest and most common form of the disease, caused by mutation in the COL1A1 gene, resulting in the production of only ~50% of normal collagen. The corresponding animal model is the oim mouse, presenting a phenotype very similar to human type I OI. We aim, for the first time, at evaluating the electrotransference of mouse growth hormone (mGH) gene, encoding a protein that already showed therapeutic effects, together with the administration of murine mesenchymal stem cells (MSCs), for improving heterozygous oim mice phenotype. We already prepared and evaluated two populations of MSCs (bone marrow and adipose tissue) that emit red fluorescence. These are administrated in different amounts and via three routes (intravenously, intraperitoneally or locally into the femoral condyles) using the in vivo imaging system and histological sections of femur, liver and kidneys, a methodology we recently set up and adapted to our specific conditions. Then, we will administer the most efficient MSCs population combined with mGH gene electrotransfer. In this bioassay, we are ready to analyse different parameters: body weight, total body, tail and femur length, bone mineral density and femur fragility by a biomechanical flexion test. The results will indicate if the administration of GH by gene therapy, together with MSCs infusion, can be a promising treatment for improving type I OI phenotype.

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  • IPEN-DOC 26094

    JESUS, GUSTAVO P.P. de ; GOMES, ALISSANDRA de M. ; ZACARIAS, ENIO A. ; YOSIDAKI, VANESSA de L. ; BARTOLINI, PAOLO ; PERONI, CIBELE N. . Intramuscular growth hormone plasmid DNA eletrotransfer effects on bone quality in a murine model of osteogenesis imperfecta. Journal of Cell Science & Therapy, v. 10, p. 36-36, 2019. DOI: 10.4172/2157-7013-C2-053

    Abstract: Osteogenesis imperfecta (OI) is a congenital dysplasia of connective tissue characterized mainly by fragility and low bone density. The type I OI, a mild form of the disease, is associated with the quantitative decrease of type I collagen in the extracellular matrix, a characteristic also observed in the oim mice used in pre-clinical OI research. Previous studies have shown the efficiency of recombinant human growth hormone (GH) treatment for OI, both in animal and human models, reducing bone fragility, increasing bone density and stimulating α 1 and α 2 procollagen synthesis. This work aimed at using plasmid containing the murine GH (mGH) gene to treat oim heterozygous mice. Serological quantification of mGH by ELISA was carried out to evaluate the plasmid expression, bone density by DEXA and three-point flexion test were performed on the femurs to assess bone quality. In a short-term (3-day) trial, mGH levels of treated animals were 20.6±6.6 ng/mL, versus 3.3±2.2 ng/mL for those receiving saline and 2.3±1.3 ng/mL for the untreated wild-type group. A 90-day assay with plasmid applications at 0, 30 and 60 days was performed in parallel. The results of bone density showed greater effectiveness of the hormone during the first month of treatment, with a 34% increase in comparison with the saline group, whereas in the second month there was no significant statistical difference (p>0.05). The three-point bending test and the final analysis of bone density are currently being carried out.

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Autor: Maprelian

Título: loss of coolant

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Ano de publicação: 2015

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A elaboração do projeto do RI do IPEN foi iniciado em novembro de 2013, colocado em operação interna em julho de 2014 e disponibilizado na Internet em junho de 2015. Utiliza o software livre Dspace, desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Para descrição dos metadados adota o padrão Dublin Core. É compatível com o Protocolo de Arquivos Abertos (OAI) permitindo interoperabilidade com repositórios de âmbito nacional e internacional.

1. Portaria IPEN-CNEN/SP nº 387, que estabeleceu os princípios que nortearam a criação do RDI, clique aqui.


2. A experiência do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN-CNEN/SP) na criação de um Repositório Digital Institucional – RDI, clique aqui.