OKAWABATA, FRANCINE S.OLIVEIRA, NATHALIE C.YAMAGA, LILIAN Y.I.BARBOSA, ANNA C.A.SATO, KAREN A.K.NOGUEIRA, SOLANGE A.VITOR, TAISERODRIGUES JUNIOR, ORLANDO2024-01-312024-01-31OKAWABATA, FRANCINE S.; OLIVEIRA, NATHALIE C.; YAMAGA, LILIAN Y.I.; BARBOSA, ANNA C.A.; SATO, KAREN A.K.; NOGUEIRA, SOLANGE A.; VITOR, TAISE; RODRIGUES JUNIOR, ORLANDO. Manual de boas práticas para procedimentos de radioembolização com 90Y. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA NUCLEAR, 37., 21-23 de setembro, 2023, Porto de Galinhas, PE. <b>Resumo...</b> São Paulo, SP: Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear - SBMN, 2023. Disponível em: http://repositorio.ipen.br/handle/123456789/34435.http://repositorio.ipen.br/handle/123456789/34435Objetivo: O objetivo geral deste trabalho é apresentar um manual de boas práticas para os procedimentos de radioembolização com 90Y também conhecido como a Radioterapia Interna Seletiva (SIRT), com foco na proteção radiológica, destinado principalmente aos profissionais envolvidos na manipulação, aquisição das imagens e assistência aos pacientes, visto que das 80 instalações de Medicina Nuclear com autorização para o uso de 90Y, apenas 14 possuem cadastro no Fabricante das microesferas. A elaboração do manual destinado a todos os profissionais da saúde envolvidos no procedimento visa capacitar e treinar para a execução das etapas necessárias, de modo a garantir o melhor resultado para o paciente. Metodologia: Para realizar a radioembolização com 90Y é imprescindível compreender e executar algumas etapas. A compreensão dessas etapas é crucial para garantir que as microesferas de 90Y sejam manipuladas de acordo com as boas práticas, permitindo que o tratamento seja realizado com segurança e efetividade. O primeiro passo é a calibração do ativímetro, também conhecido como calibrador de doses, para o radioisótopo 90Y, encontrando o fator de calibração. É importante considerar que a atividade contida no frasco de transporte possui uma variação de+/- 10% e requer atenção em relação ao fuso horário. O próximo passo será a manipulação, para essa etapa foi confeccionada uma proteção de acrílico de 15 mm. A eficiência da proteção será avaliada realizando de 10medições utilizando um detector de radiação Geiger-Muller. A mesma avaliação será realizada para o protetor de seringa de acrílico. Resultados: Os resultados da taxa de exposição com a utilização das blindagens de acrílico demonstram uma eficiência de 96,5% na redução da taxa de dose e de 95,2% ao utilizar o protetor de seringa, comprovando a eficácia da proteção; medida de segurança indispensável durante o processo de manipulação. Com isso, visando garantir a adequada implementação dessas melhorias e a execução correta em cada etapa do processo, foi elaborado um Procedimento Operacional Padrão e todas as informações foram compiladas em um manual de boas práticas. Conclusão: A elaboração do Manual de Boas Práticas na forma de um Procedimento Operacional Padrão é fundamental para padronizar e orientar as etapas do processo, assegurando uma proteção radiológica efetiva. Este documento também poderá ser utilizado por serviços que desejam iniciar a realização da Radioembolização e no treinamento de novas equipes em serviços já estabelecidos.openAccessManual de boas práticas para procedimentos de radioembolização com 90YResumo de eventos científicoshttps://orcid.org/0000-0002-6704-1910