MARIA DA CONCEICAO COSTA PEREIRA

Resumo

Possui graduação em Química Industrial pela Escola Superior de Química Oswaldo Cruz (1984), Mestrado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares - USP (1997) e Doutorado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares - USP (2006). Atualmente é pesquisadora do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares. Possui experiência na área de Química e Engenharia Nuclear, atuando principalmente nos seguintes temas: detectores de radiação, tempo de decaimento de luminescência, cintilação e crescimento de cristais cintiladores inorgânicos. Orientadora de Mestrado (Texto extraído do Currículo Lattes em 16 nov. 2021)

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  • Capítulo IPEN-doc 28754
    Otimização do rendimento colorístico no tingimento de algodão com corante reativo aplicando-se a metodologia de superfícies de resposta
    2022 - MELO, CAMILA G.; ROSA, JORGE M.; BORRELY, SUELI I.; PEREIRA, MARIA da C.C.
    Os elevados índices absorciométricos presentes nos efluentes têxteis são, em sua grande maioria, provenientes da indesejável reação que ocorre entre o corante e a água, durante o processo de tingimento. A matéria orgânica também deve ser adequadamente tratada em efluentes. O objetivo deste estudo foi obter parâmetros ideais para tingimento com o corante Reactive Blue 21 - RB21, visando ao maior rendimento tintorial possível e, com isso, uma menor quantidade de corante no efluente. Os experimentos foram executados em triplicata, por meio de planejamento composto rotacional 25 com três pontos centrais, considerando a intensidade padrão do fabricante de 1,5%. Empregando a análise da variância obteve-se o valor de R2 ajustado de 0,78, indicando um bom ajuste do modelo às respostas observadas e, a significância do modelo observada com a diferença de valores de, aproximadamente, 25 vezes entre o Fcalculado e o Ftabelado. A análise das superfícies de resposta indicaram maior relevância dos fatores NaCl, NaOH e Na2CO3 para um maior rendimento e maior valor de K S-1. O comparativo entre os tingimentos utilizando as quantidades de insumo do fabricante e as quantidades obtidas pela metodologia de resposta resultou no incremento colorístico de 16,27% do tingimento otimizado. Os índices de solidez da cor à água forte de ambos os tingimentos não apresentaram diferença significativa, ou seja, o modelo pode ser aplicado sem detrimento à qualidade da cor final do substrato.
  • Capítulo IPEN-doc 28393
    Toxicidade do efluente e consumo hídrico e energético no tingimento de poliamida
    2021 - MORAIS, ALINE V. de; MELO, CAMILA G.; GARCIA, VANESSA S.G.; PEREIRA, MARIA da C.C.; ROSA, JORGE M.; BORRELY, SUELI I.
    O uso racional da água é imprescindível no setor industrial e deste modo necessita de tecnologia e esforços que permitam o reuso desse recurso natural. O estudo concentrou-se na determinação do consumo hídrico e energético durante o tingimento da poliamida, bem como na avaliação do efeito tóxico do efluente para o microcrustáceo Daphnia similis. O efluente pode ser considerado como muito tóxico tendo em vista que a CE50 foi 0,61 ± 0,21 (%, v/v) após 48 horas de exposição. Conforme orientação da Resolução CONAMA 430/2011 o efluente deve ser tratado em nível tal que não induza toxicidade quando lançado no corpo receptor. Buscas por tecnologias que permitam o reúso e a melhoria dos efluentes também são necessários nessa atividade industrial.