Forma e número de aplicações do ácido clorídrico na perda de superfície e micromorfologia do esmalte bovino com lesão incipiente de cárie

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Analisou-se a perda de superfície e a micromorfologia do esmalte bovino com lesão de mancha branca (LMB) condicionado com ácido clorídrico (HCl) a 15% conforme a forma de aplicação em 2 níveis (P: passiva; A: ativa) e o número de aplicações em 4 níveis (C: placebo - 120s; U: 1x HCl - 120s; D: 2x HCl - 120s + 120s; T: 3x HCl - 120s + 120s + 120s). Incisivos bovinos foram seccionados (3x3mm), planificados, polidos e analisados quanto à curvatura inicial e microdureza. Noventa e seis com curvatura ≤0,3 􀈝m foram aleatorizados, conforme a microdureza, em 8 grupos (n=12) e procedeu-se à simulação da LMB (tampão de acetato 50 mM, 64 horas, 37°C). Uma janela central (1x3mm) foi condicionada conforme as condições experimentais e analisada quanto à perda de superfície (perfilometria ótica) e micromorfologia (MEV). Aplicou-se ANOVA a 2 critérios e teste de Tukey para a perda de superfície, e teste qui-quadrado para verificar possível associação das condições experimentais com a frequência dos padrões de condicionamento do esmalte (􀄮=0,05). UP gerou perda de superfície média intermediária entre CP e CA, e DP e TP. As perdas das aplicações ativas foram significativamente maiores que as das passivas e aumentaram com o maior número de aplicações. A MEV demonstrou padrões tipo II e III de condicionamento, sendo o II mais frequente. Não houve associação entre o tratamento e o padrão encontrado. A forma e o número de aplicações do HCl a 15% geram diferentes perdas de superfície, todavia, não há associação com os diferentes padrões de condicionamento do esmalte. Destarte, há que se repensar principalmente as aplicações múltiplas e ativas do HCl a fim de se poupar estrutura dentária remanescente.

Como referenciar
MANNA, M.P.N.C.; PEREIRA, T.P.; IATAROLA, B.O.; VERTUAN, M.; MAGALHAES, A.C.; ZEZELL, D.M.; FRANCISCONI-DOS-RIOS, L.F. Forma e número de aplicações do ácido clorídrico na perda de superfície e micromorfologia do esmalte bovino com lesão incipiente de cárie. Brazilian Oral Research, v. 38, p. 246-246, 2024. Supplement 2. Disponível em: https://repositorio.ipen.br/handle/123456789/49111. Acesso em: 20 Jan 2026.
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