GABRIEL LIMA DE OLIVEIRA
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Resumo IPEN-doc 29374 Produção e caracterização de microesferas de óxidos mistos (de Zircônio e Titânio) por gelificação interna2022 - SILVA, G.P. da; GENOVA, L.A.; CRUZ, P.d. da; OLIVEIRA, G.L.Os óxidos mistos de zircônio e titânio têm ampla variedade de aplicações como transdutores, dielétricos de micro-ondas, dispositivos de comunicação, manufatura de pigmentos de altas temperaturas, e como suporte ou catalisador para diversas reações como a desidrociclização de parafinas a aromáticos, hidrogenação de ácidos carboxílicos a álcoois e oxidação fotocalítica de acetona. Normalmente, o material é sintetizado em altas temperaturas (acima de 1400°C), pela mistura de óxidos de zircônio e de titânio. Entretanto uma rota alternativa e promissora é a obtenção desse óxido misto por sol-gel, com significativa redução da temperatura (entre 450°C a 1000°C). Neste trabalho, têm-se como objetivo a obtenção, por gelificação interna, de microesferas deste óxido misto, com diferentes razões entre Zr e Ti, partindo-se do Oxicloreto de Zircônio e do tetracloreto de Titânio. O objetivo é a aplicação destas microesferas como adsorventes em colunas de eluição dos geradores 68Ge/68Ga. As composições (em massa) das microesferas obtidas, em relação aos íons metálicos foram 85Ti/15Zr, 70Ti/30Zr e 85Zr/15Ti, 70Zr/30Ti, além das microesferas dos óxidos puros. As microesferas obtidas foram calcinadas a 600°C e caracterizadas quanto às fase presentes (por difração de raios X), morfologia e distribuição de tamanhos (por microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura), superfície específica (BET) e adsorção gasosa (BJH). O tamanho das microesferas variou entre 200 e 400 micrômetros, sendo que microesferas maiores e com mais alto teor de Zircônio apresentaram algumas trincas após a calcinação. Por este método foi possível observar a formação da fase Titanato de Zircônio com o tratamento térmico de 600°C, para a mistura com maior teor de Zircônio.Artigo IPEN-doc 25408 Tratamentos alternativos para a eliminação de trincas em microesferas cerâmicas produzidas por gelificação interna2018 - OLIVEIRA, G.L.; ANDREOLI, M.; GENOVA, L.A.; SILVA, G.P.Neste trabalho sintetizou-se microesferas de oxido de titânio (TiO2) com o objetivo de estudar diversas rotas de lavagem, utilizando solventes não tóxicos que consigam extrair maior fração de orgânicos das microesferas e assim evitar o surgimento de trincas na etapa de calcinação. Foram estudadas lavagens em sistemas de ebulição a 95°C (água pura e mistura água+alcoóis) e tratamentos hidrotérmicos (microesferas imersas em água sob pressão de 2,1 atm a 134°C). Variou-se o tempo e a quantidade dos tratamentos, sendo caracterizada a eficiência desses por análise termogravimétrica. Aqueles que extraíram a maior quantidade de fase orgânica (mais eficientes) foram a ebulição na mistura água+isopropanol (cinco tratamentos de 20 minutos cada) e o tratamento hidrotérmico (por uma hora) extraindo, respectivamente, 60% e 79% da fração orgânica. Constatou-se a eficiência desses dois tratamentos pela observação das microesferas em microscópio eletrônico, onde não foram encontradas trincas nas microesferas.Artigo IPEN-doc 23318 Síntese de nanopartículas de titanato de sódio e comparação de seu desempenho em relação ao TiO2 na fotocatálise do corante azul de metileno2017 - OLIVEIRA, G.L.; ANDREOLI, M.; ORTIZ, N.; GENOVA, L.A.A utilização de processos oxidativos avançados (POA’s) para tratamento de efluentes industriais vem recebendo muita atenção. A fotocatálise heterogênea é o mais promissor dos POA’S em desenvolvimento. TiO2 e seus compostos semicondutores despertam grande interesse devido sua estabilidade térmica e química e baixo custo. Neste estudo é apresentada metodologia para a síntese hidrotérmica de nanopartículas de titanato de sódio (TNS). Este material, juntamente com um TiO2 comercial (Degussa-P25), foi caracterizado por DRX, área superficial específica e tamanho e distribuição de poros (BET-BJH), e microscopia eletrônica de varredura (FEG-SEM). Destaca-se a elevada área superficial (320 m2/g) e elevado volume de poros (0,62 cm3/g) do TNS. Ensaios de degradação fotocatalítica mostraram que o TNS adsorveu praticamente todo o corante da solução, não se podendo avaliar seu potencial fotocatalisador. Quanto ao P-25 não se observou adsorção do corante, e com a irradiação UV a degradação foi de 55% após 400 minutos de irradiação.Resumo IPEN-doc 21462 Zircônio - caracterização da esponja de zircônio metálico2015 - OLIVEIRA, GABRIEL L. de; SEO, EMILIA S.M.