Biotratamento de vinhaça sintética e geração de eletricidade utilizando uma célula a combustível microbiana
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Avanços Científicos e Tecnológicos em Bioprocessos
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Resumo
O Brasil é um dos maiores
produtores de etanol no mundo, no entanto,
durante o processo de obtenção deste
combustível, elevadas quantidades de
vinhaça são geradas, em média, para cada
litro de etanol produzido são gerados 13 litros
deste resíduo. A vinhaça possui propriedades
físicas e químicas que podem desencadear
efeitos nocivos à biota, deste modo, existe
um interesse crescente em identificar novas
tecnologias para o seu tratamento. A utilização
de células a combustível microbianas (CCMs)
apresenta um enorme potencial, uma vez que,
pode promover simultaneamente o tratamento
deste resíduo e a biogeração de energia
elétrica, pela conversão da energia química
disponível nesses substratos biodegradáveis
diretamente em eletricidade, por meio da ação
catalítica de bactérias eletrogênicas aderidas
ao eletrodo. Neste contexto, o presente estudo
avaliou a utilização de uma CCM de câmara
dupla no tratamento de vinhaça sintética.
Durante a operação deste reator foi detectada
uma máxima densidade de potência de 330
mW·m-2 e uma redução na demanda química de
oxigênio (DQO) em 58,8% após 28 dias. Diante
destes resultados preliminares, a tecnologia
CCM pode ser considerada promissora no
tratamento da vinhaça, contudo, estudos a
respeito da configuração, tipo de inóculo e
formas de operação da CCM são necessários para que amplie sua eficiência.
Como referenciar
OTTONI, CRISTIANE A.; SIMÕES, MARTA F.; SANTOS, JONAS G. dos; PEIXOTO, LUCIANA; SOUZA, RODRIGO F.B. de; OLIVEIRA NETO, ALMIR; BRITO, ANTONIO G. de; MAIORANO, ALFREDO E. Biotratamento de vinhaça sintética e geração de eletricidade utilizando uma célula a combustível microbiana. In: OLIVEIRA, ANTONELLA C. de (ed.); SANTOS, ALBERDAN S. (org.). Avanços Científicos e Tecnológicos em Bioprocessos. Ponta Grossa, PR: Atena Editora, 2018. , cap. 20. p. 163-171. DOI: 10.22533/at.ed.475180110. Disponível em: http://repositorio.ipen.br/handle/123456789/30088. Acesso em: 20 Mar 2026.
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