Avaliação da aplicação de sílica de casca de arroz em tintas e revestimentos
| dc.contributor.author | GONCALVES, K. | |
| dc.contributor.author | SANTOS, I.V. | |
| dc.contributor.author | ARAUJO, S.C. | |
| dc.contributor.author | SILVA, L.G. | |
| dc.coverage | Nacional | |
| dc.creator.evento | CONGRESSO BRASILEIRO DE CERÂMICA, 67. | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-05T13:02:36Z | |
| dc.date.available | 2026-01-05T13:02:36Z | |
| dc.date.evento | 12-15 de junho, 2023 | |
| dc.description.abstract | Cerca de 20% de todo o volume produtivo da indústria orizícola brasileira é pouco aproveitada. A casca de arroz, quando queimada, pode ser utilizada na geração energética, por ter elevado poder calorífico, sendo que as cinzas oriundas da queima contém elevado teor de sílica. A extração da sílica das cinzas da casca de arroz tem sido investigada na busca de métodos de extração e purificação mais eficientes. Novas formas de utilização em materiais cerâmicos e em diferentes áreas industriais da sílica da casca de arroz (SCA) motivou o desenvolvimento deste trabalho. Buscou-se avaliar a utilização da SCA como uma matéria-prima na produção de tintas e revestimentos. Para obtenção da SCA foram realizados tratamentos alcalinos e ácidos, intercalados com etapas de lavagem, filtração e secagem em estufa, que forneceram bons rendimentos semelhantes aos encontrados na literatura. A sílica da casca de arroz obtida foi caracterizada por espectroscopia de absorção no infravermelho, difração de raios X, espectrofotometria UV-Vis e análise termogravimétrica. Os resultados destes ensaios indicaram que a sílica obtida é amorfa. Os resultados advindos da adição da SCA nos testes de formulação de tintas base água e base solvente, seguindo uma fórmula padrão, mostraram bom desempenho com relação à capacidade de cobertura e opacidade do revestimento em comparação ao produzido com a sílica comercial. No resultado do método analítico de cobertura de tinta úmida produzida com a sílica comercial, a capacidade de cobertura em cartela tipo leneta foi de 65,53 μm enquanto que, a produzida com a SCA foi de 66,44 μm. No resultado do método analítico de cobertura de tinta seca produzida com a sílica comercial, a capacidade de cobertura em cartela tipo leneta foi de 83,16 μm enquanto que, a produzida com a SCA foi de 84,5 μm. As aplicações de SCA na área de tintas e revestimentos em substituição a sílica convencional apresentou um caráter inovador trazendo consigo potenciais ganhos econômicos e ambientais. | |
| dc.event.sigla | CBC | |
| dc.identifier.citation | GONCALVES, K.; SANTOS, I.V.; ARAUJO, S.C.; SILVA, L.G. Avaliação da aplicação de sílica de casca de arroz em tintas e revestimentos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CERÂMICA, 67., 12-15 de junho, 2023, Florianópolis, SC. <b>Resumo...</b> São Paulo, SP: Associação Brasileira de Cerâmica - ABCERAM, 2023. Disponível em: https://repositorio.ipen.br/handle/123456789/48977. | |
| dc.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0002-7968-2117 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ipen.br/handle/123456789/48977 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.local | São Paulo, SP | |
| dc.local.evento | Florianópolis, SC | |
| dc.publisher | Associação Brasileira de Cerâmica - ABCERAM | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.title | Avaliação da aplicação de sílica de casca de arroz em tintas e revestimentos | |
| dc.type | Resumo de eventos científicos | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| ipen.autor | LEONARDO GONDIM DE ANDRADE E SILVA | |
| ipen.codigoautor | 778 | |
| ipen.contributor.ipenauthor | LEONARDO GONDIM DE ANDRADE E SILVA | |
| ipen.event.datapadronizada | 2023 | |
| ipen.identifier.ipendoc | 31034 | |
| ipen.notas.internas | Resumo | |
| ipen.type.genre | Resumo | |
| relation.isAuthorOfPublication | 7dd08095-05fc-4a64-8b67-368f74cab3a7 | |
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| sigepi.autor.atividade | LEONARDO GONDIM DE ANDRADE E SILVA:778:220:N |