Marcação de insetos para estudos biológicos

dc.contributor.authorARAUJO, MARCIO M. dept_BR
dc.contributor.authorSALAS, FERNANDO J.S.pt_BR
dc.contributor.authorARTHUR, VALTERpt_BR
dc.coverageInternacionalpt_BR
dc.date.accessioned2023-03-16T19:31:15Z
dc.date.available2023-03-16T19:31:15Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.description.abstractA técnica de marcação permite estudar os comportamentos e interações ecológicas dos insetos, como por exemplo padrões de dispersão, movimento, territorialidade, manuseio, consumo de alimentos, associações vetor-parasita, e cadeias ou teias alimentares. Essa revisão descreve as vantagens e desvantagens dos marcadores, destacando três métodos cujo diferencial é a permanência no inseto independente do estágio de vida. Os radioisótopos minimizam a manipulação direta e o trauma nos insetos, podem ser aplicados em grandes populações e são facilmente rastreáveis, porém o seu descarte limita a aplicação em campo. Os isótopos estáveis ocorrem naturalmente no ambiente, não são radioativos e estão relacionados à estudos ecológicos de níveis tróficos e processos metabólicos, dentre os elementos mais são utilizados, os isótopos de carbono refletem principalmente a dieta dos animais; os isótopos de nitrogênio refletem as práticas agrícolas (extensiva x intensiva) e em parte a dieta. Os isótopos de oxigênio e hidrogênio são vinculados à composição isotópica da água que, por sua vez, é dependente de fatores geográficos tais como altitude, clima e latitude. Por sua vez, os oligoelementos também são utilizados como marcadores internos (não radioativos) e podem variar de acordo com a localização geográfica alterando as quantidades encontradas nas plantas e insetos. Portanto, a busca de uma melhor metodologia que permita detectar a correlação dos insetos com o homem e o meio ambiente depende do tipo de estudo a ser realizado.pt_BR
dc.format.extent1-14pt_BR
dc.identifier.citationARAUJO, MARCIO M. de; SALAS, FERNANDO J.S.; ARTHUR, VALTER. Marcação de insetos para estudos biológicos. <b>Revista de la Facultad de Agronomía</b>, v. 121, n. 1, p. 1-14, 2022. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.24215/16699513e093">10.24215/16699513e093</a>. Disponível em: http://repositorio.ipen.br/handle/123456789/33883.
dc.identifier.doi10.24215/16699513e093pt_BR
dc.identifier.fasciculo1pt_BR
dc.identifier.issn1669-9513pt_BR
dc.identifier.percentilfiSem Percentilpt_BR
dc.identifier.percentilfiCiteScoreSem Percentil CiteScorept_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ipen.br/handle/123456789/33883
dc.identifier.vol121pt_BR
dc.relation.ispartofRevista de la Facultad de Agronomíapt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectinsects
dc.subjectbiological markers
dc.subjectelements
dc.subjecttrace amounts
dc.subjectradioisotopes
dc.subjectstable isotopes
dc.subjectdispersions
dc.subjectbehavior
dc.titleMarcação de insetos para estudos biológicospt_BR
dc.title.alternativeInsect marking for biological studiespt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dspace.entity.typePublication
ipen.autorMARCIO MARTINS DE ARAUJO
ipen.codigoautor14004
ipen.contributor.ipenauthorMARCIO MARTINS DE ARAUJO
ipen.date.recebimento23-03
ipen.identifier.fiSem F.I.pt_BR
ipen.identifier.fiCiteScoreSem CiteScorept_BR
ipen.identifier.ipendoc29517pt_BR
ipen.type.genreArtigo
relation.isAuthorOfPublication05c906b0-ec9c-4106-a76f-6377dd1fba80
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery05c906b0-ec9c-4106-a76f-6377dd1fba80
sigepi.autor.atividadeARAUJO, MARCIO M. de:14004:210:Spt_BR

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